LGPD e tratamento de dados
A SauBit trata os dados de prescrição/contexto clínico como dados pessoais sensíveis de
saúde sempre que houver possibilidade de vinculação a um indivíduo pelo hospital — mesmo sem
CPF/nome, via patient_reference.
Papéis e finalidade
- Controlador: a organização (hospital/clínica/farmácia) que decide o tratamento.
- Operador: a SauBit, que processa em nome do controlador para apoio à decisão de segurança medicamentosa.
- Base legal: definida pelo controlador (ex.: tutela da saúde/execução de contrato); formalize em um contrato de tratamento de dados (DPA).
Minimização e modos de retenção
- Envie o mínimo necessário; prefira
patient_reference(pseudônimo) a identificadores. - Sem prontuário (stateless): não envie
patient_recordpersistível — analise por requisição (a análise é armazenada para auditoria/idempotência; veja retenção). - Pseudonimização ≠ anonimização:
patient_referenceé pseudônimo (re-vinculável pelo controlador), não anonimização.
Direitos do titular
- Acesso/portabilidade:
GET /api/v1/prontuario/by-reference/{patient_reference}. - Eliminação (hard delete):
DELETE /api/v1/prontuario/{id}?purge=trueremove fisicamente o registro (funciona inclusive sobre um prontuário já soft-deletado). Sempurge, o delete é soft (reversível, auditável). - Correção:
PATCH /api/v1/prontuario/{id}.
Segurança e segregação
- Criptografia em trânsito (TLS) e em repouso (gerenciado pela infraestrutura).
- Segregação multi-tenant por
organization_idem todo dado. - Logs sem dado clínico: PII é redigida; o corpo é scrubbed antes de logar.
Pendências documentais (planejado)
RIPD, prazo de remoção em backups, suboperadores, modo zero-retention contratual e exportação completa por titular — em elaboração com o jurídico. Itens regulatórios (SaMD) em Conformidade regulatória.
Dúvidas de privacidade: dpo@saubit.com.br.